Top 5 das coisas que parecem tiradas de filme/livro mas que aconteceram DE VERDADE comigo:
1) desmaiar em um shopping em um outro país
Não bastasse eu ter passado mal sem ninguém conhecido num raio de 10 km para me amparar, o segurança do shopping que deveria ter ido até mim para ajudar, ainda me deu a maior bronca achando que eu era uma daquelas meninas anoréxicas com distúrbios alimentares que não comem porque não querem engordar. Tudo porque eu disse pra ele que o provável motivo do meu desmaio foi a queda de glicose no sangue, já que eu não tinha almoçado. Ele nem me deixou explicar que eu sou boa de garfo (ele nunca ouviu falar em metabolismo acelerado?) e a razão de eu não ter almoçado é que eu tinha passado o dia dormindo.
Falando em dormir...
1) desmaiar em um shopping em um outro país
Não bastasse eu ter passado mal sem ninguém conhecido num raio de 10 km para me amparar, o segurança do shopping que deveria ter ido até mim para ajudar, ainda me deu a maior bronca achando que eu era uma daquelas meninas anoréxicas com distúrbios alimentares que não comem porque não querem engordar. Tudo porque eu disse pra ele que o provável motivo do meu desmaio foi a queda de glicose no sangue, já que eu não tinha almoçado. Ele nem me deixou explicar que eu sou boa de garfo (ele nunca ouviu falar em metabolismo acelerado?) e a razão de eu não ter almoçado é que eu tinha passado o dia dormindo.
Falando em dormir...
2) fazer minha mãe e metade da cidade pensarem que eu tinha sido seqüestrada enquanto eu estava apenas dormindo no meu quarto
Ok, ok! Eu não durmo: eu hiberno. Foi por isso que peguei no sono às duas da tarde e quando minha mãe tocou a campainha de casa (pra variar ela tinha esquecido a chave) às sete da noite, eu não ouvi. Assim como não ouvi os próximos 3.749 toques da campainha, 856 toques do telefone, 1.394 murros na porta do apartamento e nem os 317 gritos na direção da minha janela (no 4ª andar) lá do térreo. Já convencida de que eu não estava em casa, mamãe iniciou a busca pelo meu paradeiro através de todas as pessoas conhecidas, e como ninguém tinha falado comigo desde as duas da tarde, à minha mãe só restou uma conclusão: “seqüestraram minha filha!”
3) passar 13 anos registrada como uma criança que nasceu morta
Era a primeira vez que eu, então com 13 anos, ia viajar pra fora do país, e para isso precisava tirar o passaporte. Quando apresentei minha certidão de nascimento para o funcionário do lugar de emissão de passaporte, ele analisou e perguntou com um certo espanto “quem era essa Flávia Maia”, eis que eu respondi “ué, sou eu!”. Parecia que ele tinha visto um fantasma (depois eu entendi que era isso mesmo que passava na cabeça dele) porque ele engasgou, ficou branco feito papel e saiu tropeçando na cadeira para chamar o chefe do setor. E foi o tal chefe que me explicou que eu tinha sido registrada em um livro que só era usado para registro de crianças nati-mortas. Após uma certa desconfiança de que eu poderia estar querendo assumir uma identidade falsa, ele disse que eu teria que ir até o cartório onde eu havia sido registrada para que fosse feita a correção.
4) ficar trancada do lado de fora só de camisola
Manhã preguiçosa de sábado. Mamãe batendo papo com a vizinha no corredor e eu fui botar o lixo pra fora, quando a porta bateu por causa do vento. Como por fora ela só abre com chave (e é óbvio que não estávamos com ela), eu tive que escalar da sacada da vizinha para a nossa, a três andares do chão, só de camisola, para abrir a porta por dentro.
5) achar que estava grávida por causa de um exame errado
Um inofensivo exame de sangue só pra eliminar a desconfiança de que eu poderia estar com rubéola. Mas a funcionária do laboratório trocou as bolas e ligou para minha mãe pedindo para ela me avisar que eu deveria voltar para fazer uma confirmação do exame de gravidez. Como na época eu só tinha 15 anos, dá pra imaginar o escarcéu, né?
Obs: nessa idade não tinha a menor chance de eu estar grávida, a não ser do Espírito Santo. Mas até eu explicar pra minha mãe que nariz de porco não é tomada... ou melhor: que exame de rubéola não é teste de gravidez positivo.

Hahahaa em primeiro lugar, eu sou muito chique mesmo, o apelido que EU te dei é o nome do blog, ô gente eu sou demais. AUHuahUAH
ResponderExcluirem segundo lugar HAHAHAHAHAHAHAHA faz-me rir com essas tuas belas situaçoes malucas! engraçado, eh que a coitada da tua mãe sempre tá no meio !! hahaha
em terceiro lugar: 1) segurança do shopping FDP, ele nao sabe que anorexia é doença, ora pois! cada uma...(momento revolta)
2)esse negocio de tu hibernar é sério flavia. cuidado quando tu tiver com um filho pequeno eu quero ver! auhauhauahuhaa acho bom tu procurar um medico! AUHauhUAHuhaUHA mas acho que um marido/pai do teu filho que nao durma talvez seja suficiente...
3)nasceu morta!?!?!??! UAHuahUAHuhahu Só vou te chamar de nati...natimorta! AUHuahUHA
4)- O que é aquilo?!
- Será um pássaro!? será um avião!?
- Não, é a Flavorita só de camisola! AUHuahUAHuhaUHAUhaah
5) se fosse essa historia do exame aqui em casa eu tinha apanhado de papai UAuahHAUauHAUH e mamae ia rir. :P
adorei tu ter um blog tbm :)
:*
Flavinha... nossa, adorei suas histórias! hehehe!
ResponderExcluirVou ficar esperando as próximas!
Beijão!
Ih!!! Tu tem blog!!! :D
ResponderExcluir.
Tuas histórias são ótimas! AIUhaIUhaiuaHAIh.... bj!